PORTADA
Rolando Peña, Caracas, Venezuela, 1942
Diagonales, 1990
6,90 x 12 x 1,50 m. Barriles de acero
Rolando Peña nos revela al petróleo a través de su transfiguración y, al
hacerlo, nos recuerda que el petróleo existe como una realidad asociada a
nuestra existencia como país real y como país potencial. En efecto...
hace que Rolando Peña haya transformado al petróleo en ícono emble-mático
y en acontecimiento estético, en alusión retórica y en incursión
mitológica, en dato simbólico y en argumento analítico, en declaración
existencial y en advertencia obsesiva.
Comentarios: Víctor Guedez / Reproducción: Cortesía de PDVSA-CIED /
Separación de Colores: Fotograbado VENE
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COVER
Rolando Peña, Caracas, Venezuela, 1942
Diagonals, 1990
6.90 x 12 x 1.50 m. Steel drums
Rolando Peña shows oil to us through its transfiguration and, in so
doing, reminds us that oil exists as a reality associated to our existence
as a real country and as a potential country. Indeed… Rolando Peña has
transformed oil into an emblematic icon and mythological incursion, a
symbolic fact and analytical argument, an existential declaration and
obsessive warning.
Comments: Víctor Guedez / Reproduction: Courtesy of PDVSA-CIED /
Color Separation: Fotograbado VENE
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CAPA
Rolando Peña, Caracas, Venezuela, 1942
Diagonais, 1990.
6.90 x 12 x 1,50 m. Barris de aço.
Rolando Peña nos revela o petróleo através de sua transfiguração e, ao
fazê-lo, nos lembra que o petróleo existe como uma realidade associada a
nossa existência como país real e como país potencial. Em efeito... faz
que Rolando Peña tenha transformado o petróleo em ícone emblemático
e em acontecimento estético, em alusão retórica e em incursão
mitológica, em dados simbólico e em argumento analítico, em declaração
existencial e em advertência obsessiva.
Comentário: Víctor Guedez / Reprodução: Cortesia de PDVSA-CIED /
Separação de Cores: Fotogravado VENE |