Fernando Cánovas, Buenos Aires, Argentina, 1960

PORTADA

Fernando Cánovas, Buenos Aires, Argentina, 1960

Paisaje sin Historia, 1997
200 x 160 x 20 cm
Acrílico, madera y acero sobre tela

Cánovas "gira alrededor" de esa tercera dimensión que confiere a todo objeto su situación en el espacio... restituye ese espacio, pero en plano contra el muro... En esa frontalidad, así como en esa materia desplegada en capas sucesivas que hace de él un pintor, más bien que un escultor o un "instalador"... Cánovas experimenta por consiguiente y hace de esa experimentación su caballo de batalla, su razón de crear. Y poco a poco, más allá del logro se desenvuelve aquello que el artista justamente tiende a esconder, a él mismo y su identidad, aquel múltiplo y multiplicado de todo exilado conciente de su cultura y deseoso de aquella de los demás.

Comentario: Isabelle Coera / Fotografía: Morella Muñoz Tébar / Reproducción: Cortesía de Museo de Arte Contemporáneo de Caracas Sofía Imber / Separación de Colores: Fotograbado VENE.

COVER

Fernando Cánovas, Buenos Aires, Argentina, 1960

Landscape without History, 1997
200 x 160 x 20 cm
Acrylic, wood and steel on canvas

Cánovas "moves around" that third dimension which confers its placement in space to every object… restores such space, but flat against the wall… In this frontality, as in the material unfolded in successive layers that makes of him a painter, rather than a sculptor or an "installer"… Cánovas experiments in accordance and makes of such experimentation his battle horse, his reason to create. And little by little, beyond his achievement unfolds that which the artist precisely tends to hide: himself and his identity, those multiple and multiplied elements of every exiled conscious of his culture and eager of that of the others.

Comments: Isabelle Coera / Photograph: Morella Muñoz Tébar / Reproduction: Courtesy of Museo de Arte Contemporáneo de Caracas Sofía Imber / Color separation: Fotograbado VENE.

CAPA

Fernando Cánovas, Buenos Aires, Argentina, 1960

Paisagem sem História, 1997
200 x 160 x 20 cm
Acrílico, madeira e aço sobre tela

Cánovas "gira em torno" dessa terceira dimensão que confere a todo objeto sua situação no espaço... restitui esse espaço, mas em plano contra o muro... Nessa frontalidade, assim como nessa matéria despregada em capas sucessivas que faz dele um pintor, mais bem que um escultor ou um "instalador"... Cánovas experimenta por conseguinte e faz desse experimento seu cavalo de batalha, sua razão de criar. E pouco a pouco, mais além da conquista se desenvolve aquilo que o artista justamente tende a esconder, a ele mesmo e sua identidade, aquela múltipla e multiplicada de todo exilado consciente de sua cultura e desejoso das dos outros.

Comentário: Isabelle Coera / Fotografia: Morella Muñoz Tébar / Reprodução: Cortesia de Museu de Arte Contemporâneo de Caracas Sofia Imber / Separação de Cores: Fotogravado VENE.

Atrás / Back / Voltar