Richard Lindner, norteamericano (n. Alemania, 1901)

PORTADA

Richard Lindner, norteamericano (n. Alemania, 1901)
Sin título, 1949
22,8 x 30,4 cm
Óleo sobre tela / madera

Uno de los temas principales de Lindner, la desigualdad de los sexos, que adquiere valor de parábola en su unicidad, está en el origen de variantes constantemente renovadas sobre esa desproporción... A él debemos esas bestias masivas, ese sexo inyectado de hormonas, esos seres mecanizados y un mundo de objetos sicologizados... Sus criaturas son rellenas, henchidas, copiosas en extremo... Como si estuviese programado, encontramos la medida de la estética americana de la posguerra, de una estética que, contrariamente a lo que sucede en la Europa arraigada en su historia, intenta una operación de tabla rasa.

Comentarios: Werner Spies / Reproducción: Cortesía de Museo de Arte Contemporáneo de Caracas Sofía Imber / Separación de Colores: Euroscan Color.

COVER

Richard Lindner, North American (b. Germany, 1901)
Untitled, 1949
22.8 x 30.4 cm
Oil on canvas / wood

One of the main themes of Lindner, the inequality of the sexes, which acquires the value of a parable in its uniqueness, is at the origin of constantly renewed variations on that disproportion… We owe him these massive beasts, this sex injected with hormones, these mechanical beings and a world of psychologized objects… His creatures are stuffed, swollen, copious to an extreme… As if programmed, we find the measure of the American post war aesthetics, of an aesthetics that, con-trary to what happens in Europe, rooted in its history, tries to start from scratch.

Comments: Werner Spies / Reproduction: Courtesy of Museo de Arte Contemporáneo de Caracas Sofía Imber / Color Separation: Euroscan Color.

CAPA

Richard Lindner, Norteamericano (n. Alemanha 1901)
Sem título, 1949
22,8 x 30,4 cm
Óleo sobre tela / madeira

Um dos temas principais de Lindner, a desigualdade dos sexos, que adquire valor de parábola em sua unicidade, está na origem de variantes constantemente renovadas sobre essa desproporção... A ele devemos essas bestas massivas, esse sexo injetado de hormônios, esses seres mecanizados e um mundo de objetos psicologizados... Suas criaturas são gordas, enchidas, copiosas em extremo... Como se estivesse programado, encontramos a medida da estética americana da pós-guerra, de uma estética que, contrariamente ao que acontece na Europa arraigada em sua história, tenta uma operação de tábua rasa.

Comentários: Werner Spies / Reprodução: Cortesia de Museu de Arte Contemporânea de Caracas Sofia Ímber / Separação de Cores: Euroscan Color.

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